O Conselho

Mesa de conselho · Solução e acompanhamento

Você chega com um problema. Sai com um plano e direção.

Conselheiros que já resolveram desafios como o seu, trabalhando com você na próxima decisão da sua empresa. Experiência de quem colocou o próprio dinheiro em jogo, aplicada ao seu problema.

Discussão confidencial. Plano de execução por escrito. Execução cobrada em 45 dias.

A primeira mesa define a métrica. A quinta mostra o número. O que fica entre as duas é execução, com os conselheiros acompanhando.

A tese da mesa

“Aqui não é ambiente de palpite,
não é ambiente de opinião. É ambiente de conselho.”

Paulo Dornelles · O Conselho
Opinião não é conselho
Registro da mesa de conselho.

Registro de uma mesa real. O problema é investigado, as alternativas são confrontadas e só aconselha quem já enfrentou situação semelhante na própria operação.

Não é mentoria nem consultoria. É conselho de quem já decidiu na prática.

Quem conduz

Quem conduz a mesa construiu o que aconselha.

Três conselheiros fixos conduzem todas as mesas do ciclo. Quando a pauta pede, entra um convidado, que não é fixo nem palestrante: depois que os dossiês chegam, os conselheiros escolhem quem já resolveu o tema que domina aquela mesa. Ele lê os casos antes, senta, aconselha caso a caso e assina o mesmo NDA.

“O ego é um mau conselheiro. Maturidade é saber onde termina a sua competência e, ali, abrir mão do ego e escutar quem já passou por aquilo.”

Humberto Spenciere · conselheiro
Cicatriz, não currículo
Os conselheiros desta mesa.
ConselheiroPaulo Dornelles
Paulo DornellesInstagram
Universal Automação
ConselheiroHumberto Spenciere
Humberto SpenciereInstagram
GSQP
ConselheiroAlessandro Cunha
Alessandro CunhaInstagram
BC Energia
Conselheiro convidadoAurélio AugustoCidinaldo BoschiniPedro BortolottoGustavo SampaioMauricio TisoAnderson Olimpio
Aurélio Augusto
Fast LucroGestão orientada a lucro em empresas de grande porte. Construiu e vendeu empresas. Senta quando o problema é margem e caixa.
Paulo DornellesConselheiro · processos e tecnologia, marketing e posicionamento

Começou a trabalhar aos 12 anos, dentro de um frigorífico. Em 2002, fundou a Universal Automação: 24 anos atendendo operações industriais de grande porte, como as da JBS. R$ 150 bilhões por ano passam pelas balanças que a empresa certifica, e um desvio de 0,1% pode custar R$ 150 milhões. Aprendeu a liderar, negociar e proteger margem decidindo, e revendo decisões, ao lado de outros empresários. Na mesa, é a cadeira que responde por processos, tecnologia, marketing e posicionamento.

Humberto SpenciereConselheiro · gestão societária e contratos, sucessão

Sócio-fundador e gestor do GSQP Advogados, à frente das áreas societária e empresarial. Há mais de dez anos estrutura e reestrutura empresas e grupos familiares antes de uma reorganização, uma sucessão ou uma venda ganhar forma jurídica. Assessor jurídico do conselho de administração da PDG Realty. Fundador da Elegere Capital, focada em ativos estressados, e da Capital Urbano, incorporadora. Na mesa, é a cadeira que responde por sociedade, contrato, sucessão e saída de sócio.

Alessandro CunhaConselheiro · escala e capital

Comanda a BC Energia, no mercado livre de energia, onde construiu e vendeu parques de geração. Advogado, fundou a Brito Cunha Advocacia. Na mesa, é a cadeira que responde por escala, capital e expansão.

O que chega à mesa

Problemas de dono, não de departamento.

  1. Sociedade sem critérioParticipação prometida sem regra de permanência, entrega e saída.
  2. Margem que someO faturamento cresce e o lucro não aparece no caixa.
  3. Operação presa ao donoNada anda sem você decidir, e você não sai da operação.
  4. Expansão que pesaCada novo contrato aumenta custo e complexidade em vez de escala.
  5. Sucessão adiadaNinguém pronto para assumir, e o tempo passando.
  6. Time que não acompanhaA empresa cresceu e as pessoas-chave ficaram do tamanho anterior.

Você chega com um deles. Os conselheiros descobrem qual é o de verdade.

Por dentro da decisão

O problema que você traz nem sempre é o problema que precisa ser resolvido.

Não existe roteiro engessado por desafio. A discussão recebe a profundidade que a decisão exige.

  1. 01 · Diagnóstico

    Os conselheiros perguntam até separar sintoma de causa.

  2. 02 · Conselho

    Conselho de quem já viveu o mesmo problema na própria operação.

  3. 03 · Decisão

    As alternativas são confrontadas até haver clareza para agir.

  4. 04 · Execução

    Até três ações, com métrica e prazo.

  5. 05 · Resultado

    Em 45 dias, o número volta à mesa.

Um caso real

Publicado com autorização de quem o viveu. O restante do que acontece na mesa não sai dela.

O problema não era o percentual
Ata oficial · CONS-52F0F5BB · Divulgação autorizadaMesa de Conselho
Desafio
06
Setor
Indústria de beleza
Quem apresentou
Johnathan Silva ·
fundador único
Conselheiros
Paulo Dornelles ·
Humberto Spenciere ·
Alessandro Cunha

01Desafio apresentado

Um especialista pode aumentar a produção em até 400%, sem colocar dinheiro no negócio. Depois de comprar a participação de três antigos sócios, o fundador quer trazer um profissional com 20 anos de experiência para acelerar a operação. Quanto da empresa faz sentido entregar em troca dessa capacidade?

02Diagnóstico dos conselheiros

O maior risco não está no percentual. Está em ceder participação sem critérios de permanência e entrega.

O capital, o risco e a construção do negócio continuam concentrados no fundador; o especialista entra com conhecimento técnico e capacidade de execução. Antes de discutir quanto oferecer, é preciso definir como essa sociedade funciona, como a participação é conquistada e o que acontece em caso de saída.

03Plano de 45 dias

AçãoMétricaPrazo
01Separar a estrutura societária. O fundador mantém 99% da holding, que controla a operação. O especialista participa apenas da indústria, sem acesso à holding.Holding constituídaDia 20
02Vincular participação a resultado. Cliff e vesting com base em margem e lucro, não em faturamento, e cláusula de recompra em caso de saída antecipada. Contrato elaborado por advogado societário, não pelo contador.Contrato assinadoDia 35
03Definir o valor do negócio. Refazer a modelagem da indústria e mapear a produção que pode ser terceirizada, para deixar claro o valor da participação que será oferecida.Plano de negócio com valuationDia 45
Evolução: mesa seguinte · dia 45Folha 1 de 1

“Entrei discutindo percentual de participação. Saí entendendo que o problema não era o percentual, mas a estrutura societária.”

Johnathan Silva · fundador, indústria de extensão capilar
Outra mesa, outro setor
O gargalo não era venda
Ata oficial · CONS-7E1F2F8D · Divulgação autorizadaMesa de Conselho
Desafio
04
Setor
Serviço técnico industrial
Quem apresentou
Redytton Brenner ·
Solar Bot, fundador e sócio
Conselheiros
Paulo Dornelles ·
Humberto Spenciere ·
Alessandro Cunha

01Desafio apresentado

38 unidades em campo, margem acima de 55% e capacidade para dobrar a operação sem novo investimento. O negócio tem espaço para crescer, mas cada novo contrato longe da base exige deslocar máquinas, carretas e equipe técnica, aumentando custo e complexidade. Como escalar sem transformar crescimento em peso operacional?

02Diagnóstico dos conselheiros

O problema não é venda. É o modelo de operação.

A empresa tem capacidade para crescer, mas cada novo contrato distante da base aumenta complexidade e custo logístico. Fábrica e prestação de serviço disputam estrutura e equipe. Para escalar, o modelo precisa mudar antes que o volume cresça.

03Plano de 45 dias

AçãoMétricaPrazo
01Separar fábrica e serviço. Separar a fábrica de equipamentos da operação de serviço e desenhar o licenciamento por faixa de tamanho de cliente, ficando em casa só com as contas grandes.Modelo com três faixas e preço por faixaDia 30
02Contrato vira assinatura. Transformar o contrato anual em assinatura: valor dividido em doze, com visita técnica a cada 30 ou 60 dias.Proposta-padrão de assinatura aprovadaDia 30
03Mudar quem vê o número. Levar ao decisor o custo de cada hora parada, em vez de negociar preço com o setor de compras.Três reuniões com decisor, não com suprimentosDia 45
Evolução: mesa seguinte · dia 45Folha 1 de 1

O ciclo

Cada mesa termina com um plano. A seguinte começa pelo resultado.

5 encontros180 diasSua execução volta à mesa a cada 45 dias

Mesa 1 · dia 0

Diagnóstico e plano

Você apresenta o desafio. Os conselheiros investigam a causa e definem com você até três ações.

Mesa 2 · dia 45

Execução em análise

O que você executou e o que mudou no número. Os conselheiros ajustam o plano.

Mesa 3 · dia 90

Próxima decisão

Aprofunde o desafio ou traga a próxima decisão, com o histórico à mesa.

Mesa 4 · dia 135

Correção de rota

O que manter, o que corrigir e onde concentrar esforço.

Fechamento · dia 180

Balanço e continuidade

Ponto de partida contra resultado. E a decisão sobre o próximo ciclo.

Entre uma mesa e outra, o acompanhamento continua.

Antes: o dossiê da decisão.

Você envia o desafio antes de cada mesa. Paulo, Humberto e Alessandro montam a pauta.

Depois: o plano e a execução.

O plano chega na sua página, com passo a passo e modelos prontos. Você e sua equipe executam, e cada ação volta à mesa seguinte com o número.

A próxima mesa não começa pelo que você pretende fazer. Começa pelo que você fez.

Aplicar para O Conselho

As regras da mesa

Seis regras. Nenhuma negociável.

  1. Só aconselha quem já enfrentou
  2. Problema real ou não entra na mesa
  3. Primeiro entender, depois aconselhar
  4. O que é dito na mesa fica na mesa
  5. Decisão sem ação não sai da mesa
  6. 45 dias depois, o número responde

Aqui, ninguém precisa concordar com você. Precisa ajudá-lo a decidir melhor.

Pra quem é

Para quem tem operação, equipe e um problema que custa caro a cada semana sem resposta.

Você entra para receber conselho de quem já resolveu. A mesa é pequena e confidencial: quem senta tem operação real e abre o jogo.

É para quem

Não é para quem

Dono de empresa que já rodaCom gente, número e cliente para perder. Decide e responde pelas consequências.
Ainda está validando o negócioOu não tem operação para executar um plano. O Conselho não foi desenhado para essa fase.
Problema de operação realGente, caixa, cliente, sócio. Não hipótese de negócio.
Procura conteúdo, aula ou método prontoAqui não há aula, palestra ou fórmula. Há o seu problema em cima da mesa.
Uma decisão que não pode errarSociedade, sucessão, expansão, margem, time ou operação presa ao dono.
Quer apenas validar uma decisão já tomadaA mesa existe para confrontar o que você talvez ainda não esteja vendo.
Disposição para abrir o jogoProblema, números e contexto diante dos conselheiros. O dossiê, só eles leem.
Não pode se comprometer com o cicloMeio período a cada 45 dias, dossiê antes da mesa e até três ações executadas com o seu time.

Quem já sentou

Chegaram com um problema. Saíram com um plano e direção.

Depoimentos reais
Publicados com autorização de cada membro.Goiânia

“Fomos aconselhados por pessoas que passaram pela dor que estamos passando. Saí com insights para já aplicar nos meus negócios.”

Dra. Janete Schulz · Mentoria Autorregência

“Durante os conselhos você já vai pensando no que tem que ser feito. Às vezes o óbvio tem que ser dito.”

Johnathan Silva · fundador, indústria de extensão capilar

“Saí renovado, com a mente aberta. Cheguei a várias soluções que não me passavam pela cabeça.”

Leandro de Carvalho Araújo · IEPP

Mensagens espontâneas · recebidas no dia seguinte à mesa

“Que sorte a minha poder sentar à mesa com vocês. Aprendi tanto e na próxima já levarei meu plano de ação em andamento ou executado.”

Michele Silveira

“Quero te parabenizar pela mesa de ontem. Eu achei incrível demais o formato.”

Anderson Vittor

“Gostei muito de participar desta mesa. Minha cabeça está a mil.”

Patricia Cunha

Investimento

Uma cadeira. Um ciclo de seis meses.

Valor da primeira turma
Condições da cadeira.Pix à vista · cartão parcelado
Por cadeira · por cicloR$ 30.000

Cinco encontros em seis meses, com tudo o que os conselheiros entregam entre um e outro. O pagamento acontece só depois da admissão. O valor não compra a vaga: a aplicação decide.

Para comparar

Um conselheiro consultivo custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil por mês, para uma empresa só.

A cadeira custa R$ 30.000 por seis meses, com três conselheiros em todas as mesas.

E decidir errado sobre sociedade, margem ou sucessão custa mais do que qualquer um dos dois.

Referência de remuneração de conselheiro consultivo: IBGC e InvestNews, 2026.

A cadeira inclui

  • Três conselheiros em todas as mesasPaulo Dornelles, Humberto Spenciere e Alessandro Cunha, caso a caso.
  • Cinco encontrosQuatro mesas de conselho e um fechamento, a cada 45 dias.
  • Plano de execução a cada mesaDiagnóstico, decisão e plano na sua página, com passo a passo e modelos prontos.
  • Acompanhamento entre as mesasCheck-ins da equipe e ações acompanhadas na plataforma. Conselho novo, só na mesa.
  • Conselheiro convidado quando a pauta pedeEscolhido pelo tema da mesa.

Garantia registrada em ata

Esteve nas cinco mesas, executou o plano que assumiu e a métrica definida na primeira ata não se moveu até o fechamento: devolvemos o valor integral da cadeira. Quem prova é a ata, não você.

Aplicar para O Conselho

Antes de aplicar

O que todo mundo pergunta em silêncio.

Vou ter que abrir meus números?

Sim, na mesa. É o que faz o conselho valer: quem aconselha precisa ver o número real, não a versão apresentável. Todos assinam NDA, inclusive o conselheiro convidado, e nada do que é dito sai da sala.

E se um concorrente do meu setor estiver na mesa?

Pode estar. Quem aconselha são os conselheiros, e o que protege você é o NDA assinado por todos, mais uma regra simples: você abre o número que os conselheiros precisam, não o seu segredo comercial. Conflito direto, de mesmo cliente ou mesma praça, é levado em conta na composição da mesa. O segmento da sua empresa é uma das perguntas da aplicação por isso.

Aplicar garante a vaga?

Não. A aplicação é lida, quem tem o perfil passa por uma conversa de diagnóstico com Paulo Dornelles, e a admissão sai dela. Toda aplicação recebe resposta em até 3 dias úteis.

E se não funcionar para a minha empresa?

Tem garantia registrada em ata: cinco mesas, plano executado, métrica da primeira ata parada, valor integral de volta. As condições ficam no contrato de admissão.

Admissão por aplicação

As vagas para O Conselho são preenchidas por aplicação.

Dezessete perguntas sobre você e sua empresa. Suas respostas definem se você será admitido e em qual mesa vai sentar.

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Toda aplicação recebe resposta em até 3 dias úteis, selecionada ou não.

Dúvida antes de aplicar?
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